Feitiço da Proteção de Imbolc

Faça esse feitiço de Imbolc para proteger você e a pessoa amada. Uma das propriedades energéticas básicas do manjericão-doce é a proteção.

Para este feitiço, você precisará de uma pitada de manjericão-doce e uma xícara de água fervendo.

Coloque uma pitada de manjericão-doce na água fervente por cerca de dez minutos. Segure a xícara com as mãos, eleve-a como se fosse fazer um brinde e diga:

Grande Deusa, proteja a mim e a pessoa que amo de todas as formas.

Para que nosso amor possa prosperar para todo o sempre.

Então, espalhe a água com manjericão embaixo e ao redor da cama, pelos lençóis, nos cabelos e em qualquer lugar que você deseja proteger de energias negativas.

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FONTE: Knight, Sirona. Um feitiço por dia.

Sabbats

Há oito festivais que compõem a roda do ano, eles são chamados de Sabbats. Há os equinócios e o solstícios que são chamados de Sabbats menores e marcam as estações do ano. Os quatro grandes Sabbats são: Imbolc, Beltane, Lunasa e Samhain. Os quatro pequenos são os equinócios e solstícios.

Nos equinócios, a corrente de poder é forte e especialmente boa para encantamentos sobre uma ideia de crescimento. As marés dos solstícios são mais calmas, altura para reunir a energia e louvar. Os grande Sabbats libertam correntes de energia em cada quarto do ano.

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Samhain (1 de maio no Hemisfério Sul e 31 de outubro no Hemisfério Norte), pronunciado sou-en, e hoje chamado de Halloween, marcava o fim do ano celta. O ano novo começava, de fato, ao por do sol do dia 31 de outubro. O ritual era conhecido por Noite dos Antepassados ou Festa dos Mortos. Uma vez que o véu entre os mundos é mais fino nesta noite, esta altura era, e é excelente para a adivinhação. São realizadas festas em memórias dos antepassados mortos como afirmação da vida que continua. É o tempo de resolver problemas, de jogar foras velhas ideias e influências.

Yule (21 de junho no Hemisfério Sul e 21 de dezembro no Hemisfério Norte) é o solstício de inverno. É o tempo da morte e do renascimento do Deus Sol. Os dias são menores e o sol está no seu ponto mais baixo. A lua cheia depois de Yule é considerada a mais poderosa do ano todo. Este ritual é um festival de luz, com tantas velas quanto possível sobre o altar ou perto dele, saudando a Criança Sol.

Imbolc (1 de agosto no Hemisfério sul e 1 de fevereiro no Hemisfério Norte) é o tempo das limpezas e dos cordeiros recém nascidos. É um festival da virgem, de preparação para o crescimento e renovação.

Ostara (22 de setembro no Hemisfério sul e 21 de março no Hemisfério Norte). Em Ostara, luz e sombras são equilibradas. A luz da vida se eleva e o Deus quebra as correntes do inverno. A Deusa é a virgem e o Deus renascido é jovem e vigoroso. O amor sagrado da Deusa e do Deus é a promessa do crescimento e da fertilidade.

Beltane (31 de outubro no Hemisfério Sul e 1 de maio no Hemisfério Norte). É, em primeiro lugar, um festival de fertilidade, com encantamentos naturais e oferendas a plantas silvestres e elementais. Um tempo de grande magia, bom para todas as adivinhações e para construir um santuário no jardim ou bosque. Os guardiões do lar devem ser honradas nessa data.

Litha (21 de dezembro no Hemisfério Sul e 21 de junho no Hemisfério Norte).  A Deusa é a rainha do verão e o Deus, um homem de extrema força e virilidade. O sol começa a minguar e o Deus começa a seguir rumo ao País de Verão. A Deusa é pura satisfação e mostra isso através das folhas verdes e das lindas flores do verão.

Lammas (2 de fevereiro no Hemisfério Sul e 1 de agosto no Hemisfério Norte). Em Lammas, da á luz, e o Deus novamente morre pela Deusa. A Deusa precisa de sua energia de vida para que a vida possa crescer e prosseguir. O Deus se sacrifica para que a humanidade seja nutrida, mas através do grão ele renasce. No ápice de sua abundância, ele retorna através dela.

Mabon (21 de março no Hemisfério Sul e 22 de setembro no Hemisfério Norte). Em Mabon, as luzes e as trevas se equilibram novamente;porém o Sol começa a minguar mais rapidamente. O Deus torna-se então o Ancião, o Senhor das Sombras.

Fonte: CONWAY, D. J. A magia celta.

http://cavernadabruxa.com/sabbats/

Oração à deusa Eostre

Grande Mãe Saxônica
Deusa da alvorada, da luz crescente
Irradia por onde passa
Amor e alegria na gente.
Deusa do renascimento, da vegetação
Banha-se no orvalho
Traz pureza, beleza e emoção.
Deusa da juventude
Desperta em mim toda magia
E me traga tua plenitude
Em todas horas do meu dia.
Que se mova pela minha alma
Tão inquieta e milenar
Que em cada lua cheia
O fascínio e o brilho
Venha comigo ficar…
Deusa dos ovos decorados
Ovos de fertilidade e de vida
Que as flores da tua primavera
Floresçam também na minha vida.
Então abro meu coração e meu espírito
Com toda harmonia e força de vida
Com os ventos que sopram na minha direção.

FONTE: Revista Voo Noturno Edição Especial Sabbaths

Ostara – A páscoa das bruxas

Como hoje é dia de Páscoa, ou melhor, Ostara, trouxe um post de outro blog que explica muito bem sobre o assunto!

Na tradição da Religião Antiga a Páscoa anuncia o fim do inverno e a chegada da primavera.

Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa representa a passagem de um tempo de escuridão para outro de luz, isto já muito antes de ser considerada uma das principais festas cristãs.

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A palavra ‘páscoa’ significa passagem, e acontece no equinócio de primavera (ou vernal) para o hemisfério norte, que ocorre no dia 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro. É o período que a luz do dia e da noite tem a mesma duração. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.

Grande parte das tradições do feriado de Páscoa está contida nos rituais pagãos, que gerou grande variedade de lendas e costumes que passaram a fazer parte da celebração atual.

Na realidade não existe uma “páscoa” pagã, e sim a festa e a celebração da chegada da Primavera celebrada pelos antigos povos pagãos da Europa e outras regiões.

Muito antes do nascimento de Cristo as tribos pagãs da Europa adoravam a bela deusa da primavera – EE-ah-tra ou Eostre. Festivais para celebrar o nascimento da primavera eram organizados em honra a Eostre no final de março tempo em que o inverno acabava e a primavera começava a brotar no hemisfério norte.

Ostara, é o rito de fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o redespertar da vida na Terra. Nesse dia sagrado, os Bruxos e Bruxas acendem fogueiras novas ao nascer do sol, se rejubilam, tocam sinos e decoram ovos cozidos – um antigo costume pagão associado à Deusa da Fertilidade.

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Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Em certas partes do mundo pintavam-se os ovos do Equinócio da Primavera de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-os em rituais para honrar o Deus Sol.

Os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Easter – em inglês Easter quer dizer Páscoa.

Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e olha para um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. O ovo é símbolo da chegada de uma nova vida. Na mitologia romana Ostara é Ceres e na grega, Perséfone.

Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Os pássaros estão cantando, as árvores estão brotando. Surge o delicado amarelo do Sol e o encantador verde das matas. A celebração de Ostara, comemora a fertilidade, um tradicional e antigo festival pagão que celebra o evento sazonal equivalente ao Equinócio da primavera.

Ela é o equilíbrio quando a fertilidade chega depois do inverno. É o período que a luz do dia e da noite têm a mesma duração. Ostara é o espelho da beleza da natureza, a renovação do espírito e da mente. Seu rosto muda a cada toque suave do vento. Gosta de observar os animais recém-nascidos saindo detrás das árvores distantes, deixando seu espírito se renovar.

Ostara gosta de verde e amarelo, cores da natureza e do sol. O Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema de calendário lunar, que coloca o feriado no primeiro Domingo após a primeira lua cheia ou seguindo o equinócio.

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A Páscoa foi nomeada pelo deus Saxão da fertilidade Eostre, que acompanha o festival de Ostara como um coelho, por esta razão, o símbolo do coelho de páscoa na tradição cristã. O coelho é também um símbolo de fertilidade e da fortuna. A Páscoa foi adaptada e renomeada pelos cristãos, do feriado pagão Festival de Ostara, da maneira que melhor lhe convinha na época assim como a tradição dos símbolos do Ovo e do Coelho. A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicéa, em 325 d.C., como sendo “o primeiro Domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adotado como sendo 21 de março. A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na Quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A celebração sempre começa na Quarta-feira de cinzas e termina no Domingo de Páscoa: é a chamada semana santa.

Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Antes, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e NÃO um coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou novamente, o planeta Vênus). É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

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FONTE: http://3fasesdalua.blogspot.com.br/2012/04/ostara-pascoa-da-bruxas.html